domingo, 24 de janeiro de 2010

“Ah, doce amor que tocou meu coração...
Tão puro, tão feliz
Inundou minha alma de tristeza e dor...
Tão real, tão fiel
Opaca solidão
Vida incerta, inexata
Existência sem fim
Final com data e hora...
Oh, sangue que corre em minhas veias
Derrama em meu coração
Minha alma chora lágrimas de fogo
Queimam minha face
Lágrimas de dor
De saudade
Vida minha...
Derrama meu sangue
E põe fim nesta dor
Apaga-me como fogo
Faz-me cinzas
Não brasas
E ao vento me dispersa...”

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

“Num barco ao léu
Beirando o céu
Eu estive com você
O barco aportou
Você me deixou
Eu fiquei por aqui
Na beira do mar
Vendo o vento levar
Quem eu jamais quis perder
A noite caiu  
O barco partiu
E eu desisti!”

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

"Nada mais me entristece tanto como descobrir que as pessoas com quem você pensou poder contar, não estão mais ali por vc...

que as verdades que você descobriu são apenas mais mentiras...

que o tempo que passou não trouxe mudanças..
que as experiências vividas não se tornaram lições, não te tornaram mais forte...

Nada me dói mais do que constatar que eu continuo a mesma, mesmo quando tudo está tão diferente do que era..."

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

“Inesquecível
Incompreensível
Insensível
Impossível
Tudo e nada
Meu sorriso ou não
Seu sorriso
Minha paixão
Meu beijo seus lábios
Abraços seus braços
Seus dedos me tocam
Seu toque me leva
Não consigo mais voltar
Desse lugar!”

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Descobri q o AMOR é um sentimento muito louco...
É um querer estar perto mesmo depois que o assunto acabar e não restar mais nada pra te contar...
É um querer estar presente em todos os momentos, principalmente quando não há nada especial acontecendo...
É um querer se sentir inclusa, necessária, importante... mesmo que a gente acabe só atrapalhando!!!
Mesmo que eu não esteja todo tempo aqui, o egoísmo me faz querer ter você disponível sempre que eu chamar seu nome...

sábado, 2 de janeiro de 2010

“Eu me sinto numa prisão.
Numa cela fria e cinza.
Ás vezes meu carcereiro me leva para tomar sol.
Nesses momentos eu me deparo com as cores mais lindas que eu já vi, pois o céu azul e a bola de fogo nele nunca têm as mesmas tonalidades de cor do outro dia.
Eu sempre faço planos secretos para fugir.
Certa vez eu até tentei, mas meu carcereiro me convenceu de que não há mais nada para mim lá fora.
Jamais vão ser as mesmas pessoas que estarão me esperando.
O tempo passou para eles também.
Eu não vou encontrar nada no mesmo lugar que eu deixei quando entrei aqui.
Talvez seja menos incômodo eu ficar por aqui mesmo.
É muito estressante, dá muito trabalho, levantar e lutar.
É...
Ele me convenceu de que não vale a pena perturbar vários mundos, mudar o rumo de tantos universos, só para uma pessoa (eu), sair dessas paredes, ver o céu quando bem entender...”